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Futebol

31/01/2013


Proteção cede e fere gremistas

Avalanche

 A explosão da torcida do Grêmio aos 16 minutos do segundo tempo causou um grande incidente na Arena. Quando Elano abriu o placar contra a LDU, na noite desta quarta-feira, pela Libertadores, gremistas localizados atrás do gol guardado por Marcelo Grohe fizeram a tradicional “avalanche” no setor destinado à Geral. No entanto, a grade de proteção cedeu, e alguns torcedores caíram no fosso que separa os fãs do gramado. Em razão do incidente, a partida ficou seis minutos paralisada. Nos pênaltis, o Tricolor gaúcho superou os equatorianos e avançou à fase de grupos do torneio sul-americano.

Ao menos oito torcedores receberam rápido atendimento médico pela equipe de pronto-socorro e pela polícia. Duas mulheres, identificadas como Camila Spiazzi e Mariely Dos Santos, foram levadas pelas ambulâncias para o Hospital de Pronto-Socorro de Porto Alegre. Não houve nenhum ferido com gravidade, e as duas torcedoras passam bem. Após a retirada dos feridos, a polícia perfilou homens em frente à Geral. O Grêmio pediu ao torcedor evitar nova avalanche num eventual segundo gol.

Avalanche chegou a ser proibida em 2012
A comemoração da avalanche foi centro de polêmica antes mesmo da inauguração da Arena. Só foi permitida após acordo do Grêmio com a Polícia Militar do Rio Grande do Sul. A ação havia sido proibida inicialmente pela autoridade policial por questões de segurança. O duelo contra a LDU é a segunda partida do Grêmio no estádio. A avalanche foi liberada na abertura contra o Hamburgo, no dia 8 de dezembro.

O projeto inicial da Arena destinou um espaço justamente para a realização da avalanche, onde fica a torcida Geral. O espaço tem capacidade para dez mil torcedores em pé, mas também há a possibilidade da instalação de cadeiras no local, reduzindo a capacidade para cinco mil.