Política

Familiares de pacientes fecham avenida para cobrar oxigênio de hospital em Manaus

Segundo eles, os oxigênios dos pacientes da unidade hospitalar estão sendo desligados.

15/01/2021


(Foto: Reprodução)

DCM



Familiares de pacientes com Covid-19, que estão internados no Hospital e Pronto-socorro 28 de Agosto, fecharam parcialmente a Avenida Mário Ypiranga, bairro Adrianópolis, zona Sul de Manaus, nesta quinta-feira (14). Segundo eles, os oxigênios dos pacientes da unidade hospitalar estão sendo desligados.

Wagner Pinto, acompanhante da mãe de 50 anos, que está internada no hospital com 50% do pulmão comprometido, destacou que foi retirado do local de forma injusta. “Nos tiraram de lá de uma forma injusta. Eu cheguei aqui, minha mãe estava toda suja. Eu tive que comprar fralda, porque nem isso tem direito aí. É muito injusto! A minha mãe tinha que tomar um antibiótico às 9h da manhã, sabe que horas foi chegar o medicamento? 14h30”, lamentou o homem.

Os acompanhantes relataram ainda que estão diminuindo o oxigênio dos pacientes. Durante a manifestação, uma das mulheres gritava, “Estão matando gente lá dentro”. Nathalie Batista, que é cuidadora de um paciente de 81 anos, conta que diminuíram a quantidade do oxigênio do idoso, e que ela sentiu ele quase morrer em seus braços. “Chegou a informação que iam diminuir o oxigênio e tem pacientes que precisam de 15% do oxigênio e eles queriam dividir pra 6%. Eles chegam e não pedem licença, eles chegam lá e diminuem. O meu paciente tem 81 anos, a médica chegou lá e diminuiu o oxigênio dele, e ele de 90, que é uma saturação boa, caiu pra 7. Eu sendo acompanhante sabia que ele precisa daquilo pra viver, fui lá apertei o botão e o oxigênio”, relatou.

Familiares de pacientes com Covid-19, que estão internados no Hospital e Pronto-socorro 28 de Agosto, fecharam parcialmente a Avenida Mário Ypiranga, bairro Adrianópolis, zona Sul de Manaus, nesta quinta-feira (14). Segundo eles, os oxigênios dos pacientes da unidade hospitalar estão sendo desligados.

Wagner Pinto, acompanhante da mãe de 50 anos, que está internada no hospital com 50% do pulmão comprometido, destacou que foi retirado do local de forma injusta. “Nos tiraram de lá de uma forma injusta. Eu cheguei aqui, minha mãe estava toda suja. Eu tive que comprar fralda, porque nem isso tem direito aí. É muito injusto! A minha mãe tinha que tomar um antibiótico às 9h da manhã, sabe que horas foi chegar o medicamento? 14h30”, lamentou o homem.

Os acompanhantes relataram ainda que estão diminuindo o oxigênio dos pacientes. Durante a manifestação, uma das mulheres gritava, “Estão matando gente lá dentro”. Nathalie Batista, que é cuidadora de um paciente de 81 anos, conta que diminuíram a quantidade do oxigênio do idoso, e que ela sentiu ele quase morrer em seus braços. “Chegou a informação que iam diminuir o oxigênio e tem pacientes que precisam de 15% do oxigênio e eles queriam dividir pra 6%. Eles chegam e não pedem licença, eles chegam lá e diminuem. O meu paciente tem 81 anos, a médica chegou lá e diminuiu o oxigênio dele, e ele de 90, que é uma saturação boa, caiu pra 7. Eu sendo acompanhante sabia que ele precisa daquilo pra viver, fui lá apertei o botão e o oxigênio”, relatou.



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