Saúde

Descuidado alimentício e sedentarismo na pandemia: a importância dos exames de colesterol neste período

28/07/2020


Foto: Istock

Portal WSCOM

A pandemia continua. E levou diversas secretarias municipais e estaduais de saúde do país, a publicar documentos propondo o fechamento dos diversos espaços destinados a prática da atividade física. Além disto, o Ministério da Saúde elaborou um manual com diversas ações para evitar a disseminação da doença. Até aí tudo bem.

Além de tomar decisões sugerindo o isolamento social recomendando que as pessoas permanecessem em casa. Todas essas medidas fizeram com que a população brasileira passasse a ter dificuldades para a prática de atividade física.

Por outro lado, a literatura é consistente quanto ao fornecimento de evidências sobre os diversos benefícios proporcionados pela atividade física à saúde, principalmente ao sistema cardiovascular/metabólico e imunológico. Mais recentemente, a literatura passa a apresentar evidências de que não é apenas a prática regular da atividade física que tem relação com a saúde, mas também a redução do comportamento sedentário, ou seja, o tempo que permanecemos sentados, deitados ou reclinados durante o dia, excetuando-se as horas de sono.

Desta forma, já sabemos de bem antes, ser muito importante a necessidade da continuidade da prática de atividade física mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, porém, medidas devem ser observadas para que essa prática possa ser considerada segura.

Não podemos esquecer que lá atrás, na cidade de Wuhan, China, epicentro inicial da doença, as pessoas foram recomendadas a dar continuidade a prática de atividade física mesmo dentro de casa. Além disso, torna-se importante que a população seja esclarecida sobre a necessidade da redução do comportamento sedentário durante o período de isolamento social.

Pois bem, devido à ruptura com o exercício físico e o aumento do consumo via delivery na quarentena, muitas pessoas desregularam suas taxas.

“Precisamos da nossa atividade física como um caminho a ser seguida, o das caminhadas, dos alongamos e uma alimentação rica em proteínas, frutas, tomar bastante água, dormir bem e ficar atento ao nosso desenvolvimento físico para não enferrujar a máquina.”, lembrou Fábio Rocha, presidente da Rede de Laboratórios Maurilio de Almeida.



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