Brasil & Mundo

Quando a Diplomacia brasileira chega ao “fundo do poço” com Chanceler medíocre como porta-voz do retrocesso, agora diante da China

21/03/2020


Na imagem, Ernesto Henrique Fraga

O Brasil voltou a conviver com a síndrome de vira-lata preferindo o papel ridículo de serviçal mau tratado pelo presidente de plantão nos EUA, daí a (im)postura bem distante da soberania que fez o País ser reconhecido internacionalmente pela qualidade das políticas de relações exteriores interferindo no mundo.

Esta breve e despretensiosa análise comprobatória expõe o ridículo a que chegou o chefe do Itamaraty brasileiro, Ernesto Araújo, espécie de mordomo de um deputado federal de postura desqualificada ao acusar irresponsavelmente a China de produzir e disseminar o Coronavírus – isto ao defender o parlamentar, agora tratado pelo vice-presidente Mourão, de Eduardo Bananinha.

Ridículo, absolutamente desconstrutor, esse vexame absurdo adotado exatamente na direção da China, sem medo algum de tratar o maior parceiro comercial do Brasil e em vias de comandar a economia do mundo sem uma bala sequer.

ESTRATÉGIA DA SEDA

Ernesto Araújo bem poderia ter levado para a vida os ensinamentos geopolíticos que colocam a China em patamar estratégico de avançar no mundo sem as políticas expansionistas, invasivas e militares dos EUA, por exemplo, preferindo a “Rota da Seda” se impondo por outros princípios.

A China age certeira ao resolver em poucos meses a pandemia do Coronavírus que, aliás, recentemente porta-voz chinês atribuiu o vírus à presença de militares americanos em Wuhan – cidade por onde começou a disseminação.

Só que a China foi super ágil e já domina todo cenário de saúde do país. Esta é a realidade, bem diferente dos EUA e do Brasil, onde os governos batem cabeça sem resolver o grave problema.

SÍNTESE

Diplomacia não é ambiente para amadores nem serviçais do interesse extra–brasileiro que a cada dia perde espaços de sua soberania.

A China agiu certo ao repreender o deputado Bananinha e exigir respeito ao povo chinês. Simples assim.

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