Brasil

No dia de grande ato pelo fim da Lei de Segurança, a dor imensa com a morte do genial Paulo Gustavo


04/05/2021

Paulo Gustavo nas gravações de 220 Volts

O mundo vez em quando anda para lá de 220 Volts – último trabalho do genial Paulo Gustavo – em meio a dois fortes cenários nacionais registrados nesta terça-feira (4), exatamente no dia de aprovação pela Câmara Federal da renovação da Lei de Segurança Nacional e, no paralelo, da morte do extraordinário ator e reinventor do humor nacional.

O óbito de Paulo Gustavo decorre de mesmo cenário trágico da Covid 19 reproduzindo a tristeza e luto no Brasil diante do negacionismo a chegar já em 500 mil mortes, exatamente, pela falta de políticas eficientes pelo governo Bolsonaro, que precisa pagar por tudo isso.

FIM DO RETROCESSO

Como se sabe, nesta terça-feira a Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do Projeto de Lei 6764/02 revogando a Lei de Segurança Nacional acrescentando ao Código Penal vários crimes contra o Estado Democrático de Direito – medidas que implodem iniciativas do bolsonarismo.

A matéria agora vai para pronunciamento do Senado Federal.

LUTO CULTURAL

A noite do fim do Big Brother e de jogo do Flamengo contra a LDU, do Equador, eis que a tristeza se estabelece com a morte precoce de Paulo Gustavo, criador de Dona Hermínia — e de outros personagens inesquecíveis — depois de internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul dom Covid.

Mas já havia projeção ruim depois da piora no quadro de saúde do ator no domingo, mesmo Paulo Gustavo apresentando anteriormente melhoras significativas.

Nesta terça, contudo, novo boletim antecipou que o ator estava com quadro irreversível, mas mantinha os sinais vitais. Às 21h12, no entanto, foi constatada a morte de Paulo Gustavo.

Daí em diante só a dor perdura.

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