Paraíba

Entre chocolates finos para cachorros e restos de comida do lixo, um Feliz Natal


22/12/2021

Nestes dias, em que assistimos notícias de grupos de pessoas invadindo supermercados para pedir comida, feira básica, um alimento para a ceia de Natal… Em que caminhamos e vemos nas ruas famílias inteiras dormindo ao leo, crianças com as mãos estiradas mendigando auxílio nos cruzamentos das principais ruas e avenidas de todo o país… Nestes dias em que assistimos um insensível presidente negar o direito de proteção à saúde das nossas crianças, negando a vacina aos menores e abrindo portas para a morte, ficamos perplexos, confusos, mesmo. Meu Deus, o que está acontecendo ao redor?

Nestes dias em que ricos preferem comprar chocolates finos e caros, para alimentar seus cachorros de estimação, enquanto nossos irmãos mendigam o pão do dia. Nestes dias em que a Câmara e Senado aprovam bilhões para campanhas eleitorais e compra de votos, e a saúde não consegue atender as emergências à sua porta, e deixam morrer pessoas nas filas…

Nestes dias em que vemos irmãos catando lixo para buscar nacos de restos de comida dos mais abastados… nos pomos a refletir…

Se tivéssemos autoridade para falar sobre felicidade, fé, confiança, coragem, afeto, amor, dedicação, falaríamos sobre o aniversariante maior do mês de dezembro. Se tivéssemos de escolher entre qualquer um de nós, ainda assim, escolheríamos Ele, Jesus, que atualmente anda meio encoberto pela imagem pública vinculada ao comércio de Papai Noel, entre outras razões banais aqui na terra…

Se tivéssemos consciência daquilo que somos e o que nos espera, teríamos atenção maior aos ensinamentos dEle, Jesus… Se tivéssemos uma melhor noção do Natal, daríamos uma pausa em tudo e agradeceríamos a DEUS, por nos conceber tão iluminada personagem, de nossa história, no tempo da vida eterna.. Se tivéssemos noção do que – e não de quem, é Deus; e se tivéssemos autoridade para falar sobre Jesus, falaríamos sobre o verdadeiro Natal…

Por enquanto, trocamos presentes e dizemos Boas Festas, arquivando para talvez depois, tudo aquilo que nos conduziria/conduzirá a felicidade, à plenitude, ao amor divino e eterno. Mesmo assim, na nossa pequenez, dizemos: Obrigado, Senhor, por tudo. Muito Obrigado, Senhor!

Feliz Natal!


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