Política

A nova fase de Ricardo Coutinho diante da realidade a exigir sua candidatura a prefeito de João Pessoa: e agora?

06/08/2020


Na imagem o ex-governador, Ricardo Coutinho

Há, do dia 5 de agosto de 2020 em diante, uma nova conjuntura em torno do ex-governador Ricardo Coutinho, sobretudo pela decisão do ministro Gilmar Mendes de mandar retirar sua tornozeleira determinada pelo desembargador Ricardo Vital, do TJPB. Antes, ele já comemorava a novidade de ser pai pela terceira vez frente à gravidez da esposa Amanda Rodrigues.

São duas situações diferentes, mas que geram comemorações pelo conjunto do inferno astral recente depois que se instalou a Operação Calvário e suas consequências sobre o ex-governador.

Em que pesem fatores emocionais e familiares, os novos fatos constroem em torno de Ricardo Coutinho outras conjecturas, em especial, direcionadas à possibilidade real dele vir a ser candidato a prefeito de João Pessoa sabendo que enfrentará todas as correntes e lideranças políticas contrárias a ele, inclusive o governador João Azevêdo.

PÓS-CALVÁRIO

Pelo andar da carruagem, dificilmente até setembro próximo haja decisão Colegiada sobre algum dos processos formulados pelo Ministério Público contra RC em face da Operação Calvário, portanto, a projeção é de que inexista inexigibilidade do ex-governador, portanto, neste caso ele poderá ser candidato.

Os últimos fatos, inclusive a gravidez de Amanda, forçam Ricardo a ser candidato, ao invés de Amanda, até porque é cenário posto de tudo ou nada para sua vida e seu futuro político.

Ele sabe de seu potencial registrado em pesquisa, da mesma forma que já prevê o imenso Carnaval e escárnio que enfrentará em face das graves acusações da Calvário que ele contesta, mas as imagens e áudios existentes e depõem muito contra ele.

Em síntese, não tem outra forma: Ricardo Coutinho será candidato.

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