A CONSCIÊNCIA CRÍTICA

14/02/2020


Deus dotou o ser humano de inteligência para que ele possa exercitar sua consciência crítica. Compreender o mundo sem se deixar influenciar pelas aparências. Ter o cuidado de estar sempre investigando a verdade, não aceitando facilmente o que vê e o que ouve como expressão do real. Pesquisar, questionar, indagar, na intenção de alcançar a razão e o sentido das coisas.

A pessoa que percebe a importância da consciência crítica vive constantemente interessada nos “porquês”, não se conformando com a primeira informação. Procura se amparar na racionalidade, na observação e na experimentação. Só assim se permite chegar a um juízo de valor, uma conclusão lógica, um entendimento coerente.

Quem dela faz uso incomoda os que querem impor suas ideias sem questionamentos. Quem não admite contestação detesta ser interpelado pelos que argumentam com consciência crítica. Exatamente porque, via de regra, são frágeis nas discussões dos conceitos que defendem. Fogem das polêmicas ou apelam para desqualificar o debatedor.

A consciência crítica estimula o debate, abre oportunidade para o diálogo, foge da subjetividade. É uma maneira de provocar nossa inteligência e encontrarmos a direção mais adequada de comportamento psicossocial diante da realidade da vida. Assim se formam os pensadores, que na prática da democracia das ideias, contribuem para os avanços nos conceitos de cidadania e das responsabilidades político-sociais.

 

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