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Bolsonaro absorve e pratica doutrina nazista de Goebbels com instrumentos modernos atraindo Bannon em busca de guerra para sobreviver, mas Lula resiste


12/07/2022

Há anos que o Brasil convive com a instrumentalização de mecanismos e estruturas de Ultra Direita no exercício da Politica reforçadas pelo Capital internacional em plena Era Digital afetando e querendo transformar o País em novo campo de guerra, tal qual a fase Nazista do século passado repetindo mesmo enredo de Hitler, através do gênio do mal, Joseph Goebbels . Detalhe: os dois terminaram suicidando-se.

Há que se observar a conduta na atualidade do presidenciável Lula contrapondo-se sem embarcar na reprodução de ódio mantendo a politica critica precisando de ampliar sua segurança particular.

OUTRO PERSONAGEM CRUEL

Antes de chegar a Bolsonaro na fase atual, fiel ao princípio e fixação em implantar clima de guerra no Brasil, precisamos inserir no contexto o papel determinante exercido pelo personagem americano Steve Bannon – principal ex-assessor de Donald Trump na Casa Branca, tanto que era o estrategista-chefe antes do motim no Capitólio.

Guardadas as proporções, Bannon trumpista, especialista em estratégias da nova guerra cibernética, exerce mesma influência junto ao bolsonarismo na atualidade e é o instrutor das estratégias já produzindo efeitos danosos à Democracia brasileira.

NAZISMO/BOLSONARISMO

A tática de Goebbels de gerar estratégia de Propaganda planejada interferindo fortemente na mídia, à época usando forte ação de produção de vídeo para animar os seguidores nazistas – centrou foco num só adversário, no caso os Judeus – no Brasil hoje o PT – atribuindo em discurso todas as mazelas aos inimigos fazendo existir o Nazismo da mesma forma que os Bolsonaristas de hoje “defendendo” a Família.

 

PERSEGUIÇÃO AOS ARTISTAS

Tal qual procede o Governo Bolsonaro no trato da Cultura e dos artistas ao longo dos últimos 3 anos, na fase Nazista, Goebbels “esteve por trás da supressão do acesso à cultura e passou a perseguir artistas e intelectuais que não se enquadrassem no ideal nazista. Uma de suas primeiras medidas, nesse sentido, foi a de promover a queima de livros, em maio de 1933. Nessa queima, foram incendiados livros de Einstein, Erich Maria Remarque, Thomas Mann, Freud, entre outros”.

A revolução cultural defendida e implantada sob a liderança de Goebbels visava impregnar a ideologia nazista e aprofundar o apoio popular a ela. Para isso, as gerações mais novas foram alvo de intensa doutrinação ideológica que começava desde a educação básica”. Na prática, esta é a mesma prática defendida e posta em prática pelo governo Bolsonaro.

A ERA DIGITAL E AS REDES SOCIAIS

Não precisa ser cientista social para compreender a força incomunal da Era Digital no comportamento da vida social no Planeta Terra depois do surgimento de Plataformas à base da Inteligência Artificial, vide Facebook, Instagram, Twitter, TikTok, etc, manipulando dados e assim interferindo nas ações e decisões das pessoas, inclusive no campo da política partidária.

Ao longo dos anos, as experiências científicas produzidas pelas grandes companhias avaliando e interferindo na IA aplicada nos humanos, via plataformas, sob instrução de neurologistas e psiquiatras geraram as interferências sem controle afetando os comportamentos sociais.

Na Netflix, o documentário “O DILEMA DAS REDES” é um dos audiovisuais a explicar toda trama.

O CASE BRASIL

No Brasil, por exemplo, a eleição de Bolsonaro em 2018 é fruto da conjuntura de Lawfare da Lava Jato com o ex-juiz Sérgio Moro responsável pelo alijamento do ex-presidente Lula na disputa, mas pela interferência absurda de Fake News disparadas de fora do Brasil para dentro alterando o resultado com a disseminação de mentiras transformadas em verdades.

AS ELEIÇÕES DE 2022

Bem distante da fase artesanal de distribuição de Santinhos nas eleições do passado, 2022 se mantém afetado pelas estratégias de algoritmos usando a Inteligência Artificial para animar as milhares de Bolhas de grupos forjadas pela manipulação de dados.

Este ano, felizmente, o TSE e o STF se mantêm firmes na estruturação de mecanismos para impedir e/ou conter as estratégias da Ultra Direita de querer afetar o processo eleitoral atacando as instituições fundamentais à Democracia, por isso o controle e vigilância na Estrutural Digital, ou seja, das Redes Sociais cumpre papel determinante.

Independentemente de tudo, o Bolsonarismo convive com a mesma nutrição ideológica de guerra para manter a força e brutalidade dos que não sabem conviver com diferenças e opiniões/condutas diversas.

Este é o maior desafio do ano de 2022 no Brasil para convivermos com nova fase de retomada do desenvolvimento socioeconômico e do reestabelecimento de outro tempo promissor ao País. Só a resistência e luta pela Democracia é capaz de vencer.

O MAIOR DESAFIO DE LULA

Neste ano de eleição decisiva ao futuro do Brasil, está evidente que não surgirá Terceira Via na disputa por isso o pré-candidato Lula precisa adotar a imagem forte da esperança de retomada de novo modelo para manter os brasileiros com auto estima e novo padrão de vida, além de mecanismos de auto proteção pessoal redobrada e, sobretudo, postura democrática nas Redes Sociais a estimular o desarmamento de espírito, ao contrário do que prega o Bolsonarismo, afora maior eficiência nas estratégias de disseminação das Redes Sociais com conteúdo diferenciado e proativo.

Na prática, não pode embarcar na provocação clara de guerra em patamar inadmissível.

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“O Olho que existe/é o que vê…”



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