Paraíba

Aracilba Rocha contesta denúncia do MPPB, reafirma inocência e vê reputação destruída

Na segunda (13), o Ministério Público da Paraíba (MPPB) apresentou uma denúncia contra ela e outros 33 ao Poder Judiciário.

14/01/2020


Aracilba Rocha já passou por vários cargos na administração pública

Portal WSCOM

A engenheira Aracilba Rocha, revelou, em carta enviada ao Portal WSCOM, nesta terça-feira (14), que não existem provas que liguem o seu nome ao suposto esquema de desvios de recursos públicos apontados pela Operação Calvário. Na segunda (13), o Ministério Público da Paraíba (MPPB) apresentou uma denúncia contra ela e outros 33 ao Poder Judiciário.

 

Em trecho, Aracilba cita que as delações são uma tentativa de construir um enredo distorcido sobre pessoa que tem a conduta ilibada, esse construído ao lado de grandes figuras. “O que tem de verdade é a tentativa de uma reputação destruída”, diz trecho.

Confira:

 

Uma trajetória de vida que causou espanto aqueles que nunca aceitaram a vida retilínea de uma mulher, viúva e de competência que galgou os mais altos cargos públicos testados pela capacidade de conhecer o serviço o público como a palma de sua mão, pela ética e coragem.

 

Manteve também uma trajetória politica ao lado de grandes homens como Ulisses Guimarães, Franco Montoro, Humberto Lucena, Antonio Mariz, Ronaldo Cunha Lima, dos quais guarda ensinamentos de justiça e retidão. Sem jamais, em tempo algum a amizade com diversos setores políticos e privados levassem a participar de ilicitudes.

 

Jamais em tempo algum amizades ou parentesco com alguém interferisse em sua vida profissional.

 

Não há em nenhuma delação quaisquer dúvidas quanto a minha integridade e comportamento ético.

 

Não há nenhuma base na acusação. Não há prova objetiva, concreta.

 

Não basta duvidar! não basta achar estranho que Aracilba rocha tenha sido secretaria de finanças e não tenha sido envolvida.

 

Não basta qualificar, carente de plausividade.

 

Não há denuncia. Há suposições de que vi alguma coisa- juízos meramente conjecturais.

 

Não seria razoável desconsiderar toda a minha trajetória de retidão!

 

O que diz o ministério público:

 

1- Por suspeita ou presunção de ocultação de um documento- quando participei de uma reunião. em que me encontrava fazendo radioterapia em razão de um câncer – 04.04.2011.

2- Apresentei um pretenso empresário ao pretenso governador – já que ainda era 2010, e se estava em plena eleição. Portanto não havia máquina governamental. Só mesmo num processo de vidência. delação contraditória, na denuncia entre as páginas 194 – 195.

 

O que tem de verdade é a tentativa de uma reputação destruída.

 ‘”Haverá o dia em que o grande e justo juiz” – trará toda a verdade à tona.

Maurilio de Almeida

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