Paraíba

Ainda repercute, curta crônica sobre o empresário sousense Francisco da Costa Gadelha Neto


02/05/2021

(Foto: Reprodução)

Da redação/Portal WSCOM

De tradicional família Gadelha, expoente na política e economia local, morreu de causas naturais, na manhã do dia 1º de maio, o empresário conhecido por Chico Gadelha.

Primo do ex-senador Marcondes Gadelha e do presidente da Federação das Indústrias da Paraíba Francisco Buega Gadelha, teve vasta atuação na geração de emprego e renda no município de Sousa

Empresário do ramo de alimentos, empreendedor e inovador, implantou em Sousa a primeira fábrica de macarrão e biscoitos da cidade, a “Fortalece”, com auge nas décadas de 70 e 80, do século passado. Também instalou na cidade, neste mesmo período, uma unidade industrial de torrefação de café, o “Quitandinha”. Foi sócio da primeira concessionária Chevrolet e um dos pioneiros nos negócios de financeiras da cidade de Sousa.

Nascido em 12 de agosto de 1931 e falecido em 01 de maio de 2021, foi casado durante 66 anos com Maria Formiga Gadelha e deixa 5 filhas: a renomada médica pediátrica Nubia, a dona de casa Diana, as economistas Bernadeth e Tereza, a pedagoga Sônia. Genros: o político Lucio Matos, os médicos Manuel Arruda e Deoclécio Lucena, o engenheiro Dalton Pereira e o advogado Cid Xavier.

Além de netos e netas, que são médicos e advogados, e de menores bisnetos.

Tinha especial talento para música e tocava de ouvido trombone de vara. Foi músico no “Bando do Céu”, banda musical quase que totalmente formada por seus familiares.

Hoje, na cerimônia do adeus, a sua família pôde ouvir, na sua despedida, o dobrado “Saudade da minha terra”, de autoria de Luiz Evaristo Bastos e que lembrou às novas gerações o legado rico e diverso do seu gosto cultural e musical dentro do cancioneiro brasileiro.

Personalidades de perfil tão rico não podem ser esquecidas, elas trazem consigo a representação do seu tempo e do seu lugar.

À família, o respeito e as condolências por tão doída perda. Ficam a inspiração e o exemplo.

Mirem-se no exemplo de quem soube dizer a que veio, na passagem pelo planeta terra!

Maurilio de Almeida

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