Política

Walter Santos volta a cobrar dados sobre implantação do Parque Tecnológico no Centro Histórico


13/10/2021



Afinal, quando o Parque Tecnológico vai estar abrigando empresas e projetos para aquecer o Centro Histórico?

Desde o primeiro trimestre de 2021 que a Paraiba convive com a extraordinária decisão do Governo de ocupar o Centro Histórico, no antigo Colégio Nossa Senhora das Neves, com o Parque Tecnológico “Horizontes da Inovação”.

Entretanto, de lá para cá tem havido pouca informação pública sobre o andamento dos processos e até da adequação do prédio à instalação das empresas e dos projetos.

Sabe-se superficialmente que há um grupo gestor tocando as coisas, mas sem maiores detalhes, sobretudo, para o público específico da ocupação, no caso as empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) sem as quais nada avança como elemento transformador.

A esta altura do campeonato, já se passando tantos meses do anúncio do Parque, certamente que o Núcleo Gestor precisaria ter criado meios de fomentar os vários públicos interessados de informação permanente sobre o Parque e até animar mais com estratégias do tipo criação de concurso para escolha da logomarca, seminários, etc.

O fato é que a gestão do Parque precisa sair de certo imobilismo sem movimentar a sociedade organizada, além do público, mas forjando o setor privado a se mobilizar mais em torno deste importante investimento no ambiente histórico da cidade podendo mudar o rumo e futuro estratégico local com inovação e dinheiro novo.

UNIVERSIDADE

Bem que a UEPB poderia ter uma Base ao redor do Parque com cursos de naturezas afins gerando presença humana mais acentuada como fator importante ao processo.

Seja como for, se faz preciso informações mais constantes e mobilizadoras.

Sem informação nada progride.

HABITAÇÃO COMO FATOR

A propósito do Centro Histórico de João Pessoa, ambiente de beleza e estrutura básica pronta mas abandonada pela sociedade que optou por ocupar a orla e adjacências, se faz muito importante ajustar os processos com a participação da Prefeitura de João Pessoa visando criar programas de habitação do local.

A iniciativa privada, através de organismos como o CRECI, bem poderia estar fomentando meios e políticas de incentivo habitacional sem os quais tudo demora muito mais a engrenar.

Aguarda-se ainda a PMJP com seus projetos no Ponto de Cem Réis e Porto do Capim, além de áreas adjacentes.

A LUTA DOS DEFENSORES

Pensando bem em algum tempo será preciso sentar à mesa para ajustar valores praticados à remuneração dos Defensores Públicos pela natureza nobre do segmento em relação aos promotores, por exemplo.

Questão de justiça.

ÚLTIMA

“Onde houver trevas/ que eu leve a luz…”



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