A desapropriação da Matarazzo para abrigar Polo de Cinema e de Artes é incremento a reavivar Centro Histórico e outras necessidades

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Volta e meia eis que surgem ventos de reaquecimento estratégico na direção do Centro Histórico de João Pessoa a merecer contentamento, posto que nossa ambiência histórica anda a merecer investimentos, da mesma forma que João Azevedo anuncia para até abril na reforma do prédio do antigo Colégio Nossa Senhora das Neves para abrigar o Parque Tecnológico “Horizontes da Inovação” – equipamento fundamental no futuro de nossa história.

Cá pra nós, há anos, muitos anos, que se ouve falar na ocupação da antiga fábrica da Matarazzo mas, infelizmente só com blá-blá-blá. Desta feita, não, o ato de desapropriação e os recursos para implementação do Polo Audio-Visual e de Artes já estão assegurados.

MARCUS ALVES SE REINVENTA

Vamos combinar: os últimos três anos foram terríveis para a economia e a vida das pessoas da Capital a exigir da Prefeitura ações culturais e de auto sustentação como nunca, logo exigindo do diretor da Funjope, Marcus Alves, iniciativas o tempo inteiro- logo se efetivando diante da maior crise.

A adoção agora do projeto “Festival de Verão Cidades Criativas” é um desses instantes de incremento saudável porque não dá para ficar parado e o Centro Histórico é o primeiro dos ambientes a provocar e atrair iniciativas criativas.

Trocando em miúdos, é melhor se bolir do que ficar amarrado à inércia e neste particular Marcus Alves resiste e sobrevive com invenção.

HABITAÇÃO E PORTO DO CAPIM

Temos cobrado e, felizmente, atestado que as áreas de Planejamento e Habitação da PMJP andam finalizando diversos projetos para reorganizar o Porto do Capim e a área do antigo Lixao do Roger, da mesma forma atrair moradias de qualidades para o Varadouro e Ponto de Cem Reis (VIADUTO Damásio Franca).

Felizmente são investimentos indispensáveis porque sem habitação o Centro Histórico não se reergue.

Em síntese, com diálogo o governo Cicero está resolvendo. Chova ou faça sol.

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“E a cidade velha/
Já se acorda/
Com seu canto secular”

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