A vida não está fácil para a maioria dos que vivem sob a égide da inflação, carestia, dinheiro curto e as influências externas (vide Guerra da Ucrânia) e as políticas do Governo Federal a projetar tempos difíceis para a maioria da população. No Nordeste, em particular, não está pior porque os governos estaduais têm segurado a onda evitando o pior.
Este é o cenário real que serve de ambiência socioeconômica a fomentar os projetos partidários em 2022 para as disputas presidencial e estaduais. Repito: só não está pior por conta das gestões estaduais da Bahia ao Maranhão.
O CASO DA PARAÍBA
A dados de março são várias as iniciativas projetando as candidaturas já postas de João Azevedo (reeleição), de Veneziano Vital, Pedro Cunha Lima e Nilvan Ferreira. Nos dois primeiros casos os tamanhos são distintos mesmo com palanque duplo para receber e defender o legado de Lula.
O deputado federal Pedro Cunha Lima chega à disputa estadual com o carimbo de candidato de João Doria à presidência ainda aguardando o desfecho da disputa no Senado junto à candidatura de João para com seu tempero ainda buscar ser novidade na disputa.
Por fim, Nilvan Ferreira assume o manequim de candidato bolsonarista ao lado do PL e do deputado federal Wellington Roberto e suas costuras interioranas, estilo pós graduação em Adauto Pereira.
SÍNTESE
A dados deste tempo presente, conforme todas as pesquisas, nenhum dos concorrentes ameaça a reeleição de João Azevêdo. Mesmo assim, o governador precisará ajustar máquina e equipe porque a nova conjuntura exige novas adequações porque o palanque ampliou fortemente e por isso algumas peças precisam de troca.
No mínimo, ajustes nas estratégias.
Tenho dito.
ÚLTIMA
“Todo menino é um rei/
eu também já fui rei…”
