O ato público intitulado “A Paraíba Pela Democracia: Golpe Nunca Mais!”, ocorrido nesta terça-feira (15), no Espaço Cultural, em João Pessoa, reuniu representantes de mais de 20 entidades civis e de partidos de esquerda, a exemplo do PSB, PT e PCdoB. E, diante do aparente sucesso do ato público, que teve o objetivo de protestar contra o processo de impeachment sofrido pela presidente da República, Dilma Rousseff (PT), várias teses políticas foram levantadas, principalmente, em torno do principal articulador do movimento, o governador Ricardo Coutinho (PSB).
Em novo artigo publicado no WSCOM Online, o jornalista e colunista político, Walter Santos, aponta Ricardo Coutinho como sucessor do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (in memoriam), se consolidando, cada vez mais, como talvez a principal liderança do Partido Socialista Brasileiro (PSB) neste novo cenário político nacional, e opção socialista para a corrida presidencial em 2018.
De acordo com Walter Santos, outras lideranças como o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira; os governadores de Pernambuco, Paulo Câmara e do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg; e o prefeito de Recife (PE), Geraldo Júlio, entre outros não “conseguem ascender mais do que líder paraibano”.
“Como não existe espaço vazio, também na política, Ricardo Coutinho ocupou o vácuo no Partido Socialista Brasileiro (PSB) porque as lideranças instadas em São Paulo (Márcio Freitas), Distrito Federal (Rodrigo Rollemberg) e no Rio Grande do Sul (Beto Albuquerque) não dispõem de apelo popular nem conseguem atrair apoios estratégicos porque se transformam em moleta do PSDB a partir da capital paulista. Neste vácuo, com o presidente nacional Carlos Siqueira sem voto e nem liderança nacional, eis que o governador paraibano ocupou espaço previsível anteriormente ao PSB de Pernambuco, mas nem o governador Paulo Câmara, e nem o prefeito de Recife, Geraldo Júlio, conseguem ascender mais do que líder paraibano”, pontua Walter Santos.
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