{arquivo}Os últimos fatos gerados em torno do Pré-Sal, melhor dizendo do veto da presidenta Dilma Rousseff à nova partilha dos Royalties advindos do petróleo extraído em solo da União, levam como conseqüência a maioria da sociedade brasileira – do Norte e Nordeste em particular – a exigir que as lideranças políticas dos Estados atingidos pelo descompromisso do Governo Federal reajam com atos fortes de rua para buscar retomar o projeto da forma aprovada no Congresso Nacional.
A sociedade conhecerá, enfim, a posição de cada governador, senador, deputado federal, estadual, prefeitos diante de um cenário em que o País acabou sufocado pelo egoísmo secular do Rio de Janeiro de só querer para si os dividendos dos recursos naturais do Brasil.
São fatos como este do Pré-Sal e a reação maléfica do Rio reunindo gente boa e inocente útil no trato de uma defesa de Beneficios excluivos e inaceitáveis, que bem nos fazem compreender a fundo o quanto lideres de outros Estados, a exemplo de Juscelino Kubitscheck, sofreram de pancadas insuportáveis da elite carioca, como se deu na transferência da Capital Federal para Brasilia.
Á época, como agora, os grandes veiculos de comunicação colocaram Juscelino contra o povo para impedir o que se configuraria a mais importante decisão indispensável para transformar o Brasil em república federativa e não um aporte dos desejos cariocas. Agora mesmo, com a união de Rede Globo, elite e cia, foi do mesmo jeito com o restante do Brasil engolindo calado a imposição de uma reivindicação que fere o principio federativo.
A presidenta temeu a língua ferina, o sentimento golpista da elite carioca e não usou desta feita de seu pulso forte – e , olhem, que o projeto em discussão beneficiava a maioria dos Estados e municípios do País!
A partir de agora, não tem outro jeito: ou os governadores e lideres políticos saem às ruas com a população exigindo tratamento isonômico do Governo Federal ou é melhor acabar com a representação popular nesses estados atingidos pelo egoísmo do Rio de Janeiro porque, em sendo assim, não servem para exigir respeito à igualdade de direitos nacionais.
Está na hora dos governadores se unirem a todos em seus estados para promoverem incontáveis manifestações de rua porque desta feita, mais uma vez, o Rio de Janeiro exagerou na sua exorbitância de querer bens só para si diante de um Governo que se acovardou diante do clamor da maioria deste País.
