{arquivo}Embora a agenda do Tribunal Regional Eleitoral seja soberana, mesmo hieraquizada a partir de calendário definido pelo PSE, certamente que há uma alta expectativa quanto ao julgamento de algumas ações relevantes porque interferem diretamente e de imediato no processo eleitoral vigente, sobretudo nos dois maiores colégios eleitorais.
A rigor, são muitos e extensos os processos importantes espalhados estado a dentro, como é de notório e conhecimento geral.
Mas, dois processos – o da aliança do PSC em João Pessoa e o do PT em Campina Grande – chegam a um momento de real muita importância porque dependendo da decisão da Justiça o saldo interferirá, por exemplo, na composição do tempo no rádio e TV a ser deflagrado muito em breve.
Da forma decidida unilateralmente pela Justiça local (municipal), a aliança do PSC na Capital ficará com o PSDB – leia-se com Italo Kumamoto se mantendo como vice –prefeito de Cicero Lucena.
Mas, como há recurso e outro entendimento com algumas decisões prolatadas em matérias semelhantes no mesmo TRE é preciso aguardar o desfecho, provavelmente se estalecendo até o TSE, porque se forem reestabelecidas as regras nacionais que definem hierarquia e independência partidária, o PSC passa a ter aliança com o PT.
Nos dois casos o resultado do Tribunal interfere direto e de imediato no tempo de Mídia e na composição partidária porque um revés tiraria o vice de Cicero, por exemplo.
No caso de Campina, há claramente outro imbróglio a merece solução imediata antes que uma das partes se veja prejudicada. A Justiça lá tirou o PT de Daniela Ribeiro, ao tempo em que seus advogados dizem dispor de várias literaturas tratando de decisões no mesmo Tribunal Regional respeitando a ordem hierárquica dos partidos – que se for respeitada, como diz a lei, o PT fica com o PP.
Como se vê, urge decisões que afetam o jogo expressivamente.
Aguardemos.

