Sob a proteção de N.S. da Penha

Não será exatamente hoje que constatarei clima republicano máximo ou ambiência de avanços mais desarmados entre nossos lideres para construirmos avanços sociais e econômicos na aldeia mas a fé não para se mover como intenção coletiva neste sábado de Procissão de Nossa Senhora da Penha, evento / emoção que ouço falar e há tempo convivo com ele desde quando do Íbis da Torre.

Cá pra nós, não entendo sequer porque temos duas santas em plena devoção no cortejo. Não que signifique problema, não é bem isso, mas é valor de aparente divisão tão nociva em termos de conceito,sobretudo quando nos deparamos com o processo histórico da Paraíba movido por esse sentimento.

É o tipo da coisa dizendo assim: até a igreja católica anda dividida, pode dizer algum desavisado metido.

Pessoalmente não gosto nem costumo valorizar este sentimento divisionista mas espero ainda em vida ver essa conjuntura de frações ser superada porque precisamos somar mais do que desunir, independentemente das disputas. Só que não temos cultura ainda suficiente para separar as coisas.

Neste sábado em que tenho certeza de que vamos todos – Carla,eu, Duda, Vinicius, Maisa, Pablo, Gabi, Taline, etc acompanhar a procissão, ainda sonho em ver o governador José Maranhão mais tolerante, o governador eleito de fato longe do palanque e da relutância ao perdão ou superação.

Esse componente divisionista é tamanho que mal passada a fase eleitoral para o Governo já estamos com nova disputa forte noSEBRAE/PB novamente incorporando o confronto entre Ricardo e Maranhão.

Por vários fatores, quando chegar na Pena lembrando Livardo Alves, Caetano e Durval Leal evocarei a canção que diz: “Penha/Penha eu vim aqui me ajoelhar/ venha/ venha trazer paz para o meu lar…”.

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