A utilização de ferramentas tecnológicas sem a supervisão direta dos departamentos de controle tem se tornado uma realidade crescente nas organizações. Profissionais de diversos setores buscam otimizar tarefas cotidianas através de plataformas modernas, consolidando uma prática que ocorre à margem dos mecanismos tradicionais de monitoramento.
Esse cenário tem despertado discussões sobre a proteção de ativos e a conformidade com as normas vigentes. Diante da rápida expansão dessas atividades, surge a necessidade de avaliar como as empresas estão lidando com o fluxo de informações e as possíveis vulnerabilidades associadas ao uso não homologado de novas tecnologias no cotidiano de trabalho.
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