Segundo os órgãos, já existem protocolos bem definidos, caso surjam casos suspeitos ou confirmados. O que não aconteceu na Paraíba.“O que estamos vendo aqui é um conjunto de entidades que unem forças pela população. Não é o Porto sozinho ou quaisquer outros órgãos”, afirma Gilmara Temóteo, presidente da Companhia Docas da Paraíba. Ela acrescenta que os entes estão alinhados para uma resposta rápida e efetiva para a população.

Além da CPPB e Docas-PB, participaram da reunião a Polícia Federal, secretarias de saúde do Estado e do município de Cabedelo, Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Receita Federal, Anvisa, Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), entre outros

Ficaram ainda definidas duas reuniões para a próxima semana. A primeira, no dia 4 de fevereiro, na sede da Cia Docas com a Anvisa e secretaria de Saúde de Cabedelo. No dia seguinte, práticos e agências de navegação se reúnem na sede da CPPB.