O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro resolveu antecipar a série de comemorações do Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 com exposições prévias em 2021, ano prévio, reunindo artistas brasileiros de vanguarda, entre eles os paraibanos Marlene Almeida e José Rufino.
O trabalho de Marlene se configura numa mesa de 5m repleta de argilas, rochas, resinas, mostruários de cores, mapas. Um recorte do trabalho dela com pigmentos naturais dos anos 70 até agora.
Organizada em seis núcleos temáticos, a mostra apresenta pinturas, fotografias, desenhos, esculturas, instalações e novas mídias.

Segundo Tereza de Arruda, por meio deste conjunto plural de obras, “a Brasilidade se mostra diversificada e miscigenada, regional e cosmopolita, popular e erudita, folclórica e urbana”.
Para aproximar ainda mais o público da Semana de 22, serão desenvolvidas,
ao longo do período expositivo, uma série de atividades gratuitas no Espaço
de Convivência do Programa CCBB Educativo – Arte e Educação conduzidas
por educadores do centro de arte e tecnologia JA.CA. Também haverá um
webappl com um conjunto compreensivo de conteúdos da mostra, garantindo a acessibilidade de todos.
O QUE É –
Celebrar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e lançar luz aos traços, remanescências e conquistas que o movimento trouxe, no decorrer dos últimos 100 anos, às artes plásticas do Brasil e refletir, a partir da atualidade, sobre um processo de rever e reparar este contexto.
Este é o objetivo de Brasilidade Pós-Modernismo, mostra que será apresentada entre 1 de setembro e 22 de novembro no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, com patrocínio do Banco do Brasil e realização por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo e Governo Federal.
Com curadoria de Tereza de Arruda, a mostra chama atenção para as diversas características da arte contemporânea brasileira da atualidade cuja existência se deve, em parte, ao legado da ousadia artística cultural proposta pelo Modernismo.
Nuances que o público poderá conferir nas obras dos 51 artistas de diversas gerações que compõem o corpo da exposição, entre os quais Adriana Varejão, Anna Bella Geiger, Arnaldo Antunes, Cildo Meireles, Daniel Lie, Ernesto Neto, Ge Viana, Jaider Esbell, José Rufino, Rosana Paulino e Tunga.


