Valentim não resiste a pressões interna e externa, e Botafogo começa busca por novo técnico

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O placar elástico aliado à atuação ruim na derrota de 3 a 0 para o Fluminense, no último domingo, foi o estopim de uma passagem problemática desde o começo para Alberto Valentim no Botafogo. Pressionado pela torcida a partir do momento em que foi contratado, o treinador durou apenas um mês em 2020 até perder, também, o apoio da diretoria.

Da apresentação do elenco para a temporada até o momento da demissão, se passaram exatos 30 dias. Contratado em outubro, o treinador aturou praticamente quatro meses de críticas de grande parte dos torcedores devido ao rendimento ruim do time.

Tanto que os dirigentes do clube se viram na obrigação de dar uma resposta rápida após os 3 a 0 do Fluminense no último domingo, no Maracanã, pela sexta rodada da Taça Guanabara. O anúncio da demissão veio antes mesmo de clube e treinador entrarem em acordo sobre a rescisão de contrato, que bate na casa do R$ 1 milhão. Uma reunião para tratar do assunto está prevista para esta segunda-feira.

Após o jogo, Alberto Valentim cumpriu todo o protocolo de praxe: foi ao vestiário, deu entrevista aos jornalistas e saiu do estádio como técnico do Botafogo. A decisão, no entanto, já estava tomada. O Comitê Executivo de Futebol entrou em consenso sobre a demissão instantes após do apito final no Maracanã. Horas depois, o aviso foi dado ao treinador pelo vice-presidente de futebol, Marco Agostini.

Escrito por: Angelo Medeiros

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