Política

A nova agenda da Sudene e o papel do superintendente paraibano no diálogo com os Estados

23/01/2021


Na imagem, o jornalista e analista político Walter Santos (Portal WSCOM)

Enfim, 2021 chegou com ares de que no seu decorrer deve abrigar melhores e mais próximos tempos de convivência institucional de resultados entre a Superintendência da SUDENE com os 9 Estados mais parte de Minas e Espírito Santo na pessoa do Executivo paraibano Evaldo da Cruz.

É possível que muitos não saibam, mas o atual superintendente é forjado e nascido a partir de Campina Grande, neto de politico – seu avô foi prefeito da cidade de 1973 a 1977 – e filho de um empresário visionário de nome Luciano Piquet. É também genro do ex-senador e ex-governador Cássio Cunha Lima.

Mas, a dados da contemporaneidade, o superintendente tem investido nas articulações com os Estados visando retomar ações no campo do desenvolvimento através do novo FNE – fundo fundamental para o reincremento dos investimentos no Nordeste.

A rigor, ele tem aperfeiçoado um conjunto de Propostas produzidas e discutidas com os estados tendo a inovação e investimentos em projetos a abordar “Cidades Inteligentes” já apontando para lançamento em maio do programa G-51 devendo ocorrer em Brasília com presença do presidente Jair Bolsonaro.

Mas, em termos de Sudene tem de haver diálogos com os Estados, em especial os governadores que andam articulados, através do Consórcio Nordeste, fruto do distanciamento anterior da Instituição pois em não existindo espaço vazio eis que gerou o que gerou.

No plano de articulação, ele tem expandido os contatos, como já o fez recentemente com o governador da Paraíba, João Azevedo, buscando alinhar projetos de inventivos via FNE e se prepara para produzir ações com a Prefeitura de João Pessoa, Cicero Lucena.

Em síntese, a Sudene tem muito o que fazer e apresentar no decorrer dos dias. Ainda bem.

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